domingo, 5 de fevereiro de 2012

A fome da madrugada

Já disse por aqui que a fome que estou sentido tem sido destruidora.

Tenho que comer a cada duas horas ou mooorro, sem exagero, mooorro de fome!

Não fiquem escandalizados, os lanchinhos são leves, sempre frutas ou iogurtes, mas têm que acontecer religiosamente!

Confesso que ainda não me acostumei com essa rotina da comilança. Mesmo sendo comida leve, as vezes tenho a sensação que estou vivendo pra comer.

Sempre tive o hábito de jantar e, com a fome de draga atual, isso não mudou. Tenho sempre na cabeça aquela história de que comer e dormir não faz bem, engorda, dá barriga, isso e aquilo, então como pouco e coisas leves.

Na última quarta-feira, cheguei do trabalho e fiz uma sopinha de batata, carninha e couve. Tudo bem temperadinho, uma delícia! Estava me sentindo tão cansada que tomei banho e comi na cama – coisa que nunca faço – (Papai está nos mimando muito!). Por ali mesmo dormi.
Thiago, cumprindo seu ritual da semana de dormir no quarto de hospedes. Esperou que eu dormisse e foi fazer o mesmo no outro quarto.

Por volta da meia noite acordei sentindo um incomodo enorme na barriga. Parei um pouco pra tentar identificar uma sensação que não me parecia muito estranha. ERA FOME! Mas o sono era tão grande que não tinha energia pra me mexer. Sabia que não iria conseguir dormir novamente.
Não tive dúvida, peguei o celular e liguei para o número de emergência – Thiago Macelan. Antes mesmo que o telefone tocasse a primeira vez já havia gente do outro lado da linha. Despejei logo a seguinte frase: “Amor, nós estamos morreeeeeeendo de fome. Dá pra pegar um copo de iogurte lá em baixo?”

Do outro lado da linha uma voz assustada e ao mesmo tempo muito bem humorada disse já ao lado da minha cama: “O que eu não faço por esses três!”


É, acho que estamos abusando do papai!

Mamãe

Um comentário:

  1. Obrigada, Thiago, pelo carinho com que cuida dos três!
    Amo você!
    Beijos.
    Vovó Mércia.

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